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domingo, 17 de janeiro de 2010

História do Google

História do Google

Por Luísa Barwinski
Terça-Feira, 23 de Junho de 2009

Em pouco mais de dez anos a ideia de dois jovens universitários se transforma em um dos empreendimentos mais rentáveis da vida digital.

Serviços online, redes sociais, sistema de anúncios e uma centena de outras funções e possibilidades. Todas elas foram originadas por dois rapazes que cursavam a Universidade de Stanford. Larry Page e Sergey Brin começam a discutir ideias e chegam à conclusão de que a busca por informações poderia a ajudar a organizar as páginas. E como todo bom universitário, os recursos para a estruturação de qualquer negócio não eram lá muito grandes.

Por isso, o BackRub – o avô do Google que conhecemos hoje – teve seu ponta pé inicial em 1996 a partir de computadores compatíveis com a renda dos dois rapazes. Até então, a Internet não possuía ferramentas tão eficazes para a localização de conteúdos a partir de palavras chave. Dois anos depois, tudo já corria muito bem para Page e Brin. Nessa época o site já se chamava Google.

Logo do BackRub, ancestral do Google que conhecemos hoje.

Mas de onde vem esse nome?
De acordo com as informações do site oficial do buscador, um “Googol” corresponde a um termo da matemática que designa um número 1 seguido de 100 zeros. Pode-se ver uma boa representação disso no rodapé das páginas de busca do Google. O marcador de páginas de resultados consiste em um “G” com vários “o”, de modo que a busca fique organizada.

O nome Google originou-se de um termo matemático -

Ver o artigo completo aqui =>

sábado, 11 de julho de 2009

Google Wave, uma nova plataforma de colaboração e comunicação

Google Wave, uma nova plataforma de colaboração e comunicação

Escrito por Renê Fraga em 29 de maio de 2009 – 2:32

google wave logo Google Wave, uma nova plataforma de colaboração e comunicação

Ontem, durante a conferência Google I/O, Vic Gundotra, Vice Presidente de Engenharia no Google, anunciou o lançamento de um novo produto que implementará um novo modelo para comunicação e colaboração na internet, uma plataforma construída com o intuito de tirar proveito máximo do novo padrão HTML5.

Segundo a empresa, o Google Wave oferecerá a possibilidade de comunicar e trabalhar simultaneamente com amigos e contatos, desde textos formatados, fotos, vídeos, mapas e muito mais. Qualquer participante poderá criar mensagens-réplicas, editar um conteúdo e adicionar novos participantes em qualquer ponto do processo.

Um revisor ("playback") permitirá visualizar todo o histórico de alterações, mudanças, edições e inserções. E, assim como o Google Docs, todas as mudanças realizadas no Google Wave serão automaticamente transmitidas em tempo real para os participantes, gerando conversações rápidas, visualização de edições e interação com complementos.

A companhia ainda destaca três tecnologias que foram responsáveis pelo desenvolvimento do Google Wave:

  • Colaboração em Tempo Real - tecnologia que permite a edição por todas as pessoas em tempo real.
  • Ferramentas de Linguagem Natural – modelos contextuais que fornecem sugestões e ortografia.
  • Onda do Google Wave – conjunto de APIs que permitirão incorporar o Google Wave em outros sites ou adicionar gadgets social.

Embora o Google já tenha anunciado o novo produto, o Google Wave entrará no ar somente no segundo semestre de 2009. Inscreva-se agora mesmo para participar deste novo produto do Google.

googlewave Google Wave, uma nova plataforma de colaboração e comunicação

domingo, 25 de maio de 2008

Beyond Google: StumbleUpon & "Social Search"


Beyond Google: StumbleUpon & "Social Search": "In a podcast I was listening to last week, legendary Web guru, Seth Godin, the author of ' Cow,' 'Small is the New Big,' and his new New York Times bestseller, 'The Dip,' made a fascinating and I believe, brilliant, observation.
When asked what companies he thought might be the next big thing beyond Google, Godin answered: 'StumbleUpon: it is social search and it's revolutionizing how we find things on the Web.'
Using search engines to locate relevant content typically means hunting through pages of results. Rather than searching for quality web sites, StumbleUpon members are taken directly to web sites matching their personal interests and preferences."

Beyond Google 2: StumbleUpon Integrates with Facebook


Beyond Google 2: StumbleUpon Integrates with Facebook: "Okay, we admit it: we're StumbleUpon addicts at the Galaxy. We use the service to find user-filtered photos, websites, and videos we think might make good feature posts on the Galaxy. But we're equally smitten with Facebook and its powerful social communications networking system.
A couple of weeks back we posted Web guru Seth Godin's comment (he's the author of ' Cow,' 'Small is the New Big,' and his new New York Times bestseller, 'The Dip') that 'StumbleUpon is social search and it's revolutionizing how we find things on the Web.'"

Beyond Google 3: Why a Semantic Web Will Be Smarter, Faster & All-Around Better


Beyond Google 3: Why a Semantic Web Will Be Smarter, Faster & All-Around Better: "Someday the entire world will likely have access to virtual “software agents” who will “roam” across the Web, making our travel arrangements, doctor's appointments and basically taking care of all the day-to-day hassles for humankind. It’s a great vision, but it will never be achieved with today's current Internet.
As much as we’ve come to know and love the current World Wide Web—we have to admit that it isn't very smart. One webpage is the same as any other. It might have a higher “ranking”, but there's no distinction based on actual meaning. That’s why many Internet wizards believe it is time for Web 3.0, or the “semantic Web”. It’s one of the hottest buzzwords in computer science today. Why? Because it promises to bring order to chaos, and make our lives simpler.
Indeed, the WWW we have now is a cloud of largely undifferentiated information, but companies like Metaweb Technologies and Radar Networks have an ultimate goal of building a semantic Web structure that would turn all that disarray into a neatly archived library. Think of it as a semantic Wikipedia—for all of the world's knowledge.
A new generation of techies is already in the early stages of developing a semantic Web ('Semantics' is the branch of linguistics concerned with meaning), which will act more like a series of connected databases, where all information resides in a structured form. Within that structure is a layer of description that adds meaning that the computer can understand. To build this smarter Web, innovators are looking for ways to get machines to do the dirty work for us."